Leia a noticia e veja o video aqui!
Na boa, eu que não queria que meu cachorro engolisse (-ah, mas quando ele ... vc poderia pegar o ...) Então experimenta fazer isso, rs.
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Politicagenta
Ao diagnóstico, seguiu-se imediatamente a ação: Ciro foi a Minas, xingou Serra de “o Coiso” e declarou que gostaria de ser o vice de Aécio. Jereissati começou a falar mal da “ditadura” imposta pela cúpula paulista do PSDB e Aécio deu um ultimato a Serra, exigindo um definição até janeiro.
Janeiro chegou, Serra continuou enrolando e Aécio, com maestria, executou a segunda parte do plano: saiu do páreo com elegância, “renunciou” à candidatura presidencial, deixou claro que não seria vice e denunciou a falta de discurso, bem como a estratégia equivocada do partido.
Retirado daqui. Achei esse texto sobre a corrida presidencial meio engraçado.
Cir(c)o Gomes é um dos pré-candidatos mais engraçados que eu já vi. Faz a maior confusão com Lula e quer porque quer ser candidato à presidência e NÃO, não vai aceitar ser vice de Dilma, a admira e tal, mas não vai subir no palanque com ela.(Dilma o acha inteligente, íntegro e leal, mas a decisão cabe a Ciro; fala ainda que tiveram muito convívio no primeiro mandato de Lula) Ciro não quer se candidatar ao governo de São Paulo - só se seu partido decidir, mas ainda assim ele pretende fazer um escândalo. Quando FHC disse que Dilma era a "Sombra de um líder", Ciro já foi metendo o bedelho e falando que o ex-presidente estava com dor-de-cotovelo e agora a nova moda é falar que Serra é o "Coiso" e que FHC quer nos empurrar uma criatura detestável. E é nessa linha confusa que Ciro se candidata a... alguma coisa. Presidente? Vice? Governador de São Paulo? O que no início aparentava para os mais desinformados um daqueles "acessos de sinceridade", falando o que vem à cabeça (e sendo muito bem visto por causa disso) está chegando a um nível de loucura confusão preocupante. E seguindo com essas declarações, outubro vem se aproximando, enquanto há uma troca de farpas que beira ao cômico (ok, eu caio de rir qdo vejo isso), o trabalho de cada candidato não é realmente avaliado (e desde quando é?), a competência, seriedade, essas coisas que teoricamente fazem um político. Acho que vou deixar isso para um próximo post (ou para uma outra república).
Ufs, desabafei.
Retirado daqui. Achei esse texto sobre a corrida presidencial meio engraçado.
Cir(c)o Gomes é um dos pré-candidatos mais engraçados que eu já vi. Faz a maior confusão com Lula e quer porque quer ser candidato à presidência e NÃO, não vai aceitar ser vice de Dilma, a admira e tal, mas não vai subir no palanque com ela.(Dilma o acha inteligente, íntegro e leal, mas a decisão cabe a Ciro; fala ainda que tiveram muito convívio no primeiro mandato de Lula) Ciro não quer se candidatar ao governo de São Paulo - só se seu partido decidir, mas ainda assim ele pretende fazer um escândalo. Quando FHC disse que Dilma era a "Sombra de um líder", Ciro já foi metendo o bedelho e falando que o ex-presidente estava com dor-de-cotovelo e agora a nova moda é falar que Serra é o "Coiso" e que FHC quer nos empurrar uma criatura detestável. E é nessa linha confusa que Ciro se candidata a... alguma coisa. Presidente? Vice? Governador de São Paulo? O que no início aparentava para os mais desinformados um daqueles "acessos de sinceridade", falando o que vem à cabeça (e sendo muito bem visto por causa disso) está chegando a um nível de loucura confusão preocupante. E seguindo com essas declarações, outubro vem se aproximando, enquanto há uma troca de farpas que beira ao cômico (ok, eu caio de rir qdo vejo isso), o trabalho de cada candidato não é realmente avaliado (e desde quando é?), a competência, seriedade, essas coisas que teoricamente fazem um político. Acho que vou deixar isso para um próximo post (ou para uma outra república).
Ufs, desabafei.
sexta-feira, 5 de março de 2010

As pipas
Quando Miguel perguntava quem era a sua mãe, ou onde morava o seu pai, o avô tossia para um lado, tossia para o outro, arranjava um resfriado, uma dor nas costas e só lhe respondia: "Ô Miguel, a sua mãe já volta. Daqui um pouco ela volta..." Mas a mãe nunca voltava, nunca.
Ele desmanchando as rabiolas. Ele olhando no portão. A cada laço que desfazia era uma esperança que se soltava, e ele já tinha reparado: quando as pipas voavam embora, elas voltavam para nunca mais.
Escrito por Rita Apoena.
Poderia ser só um tal de Pedro

Ai de quem ainda vê Pedro Almodóvar como uma moda. Com Kika, o diretor espanhol provou mais uma vez que no pasará.Colado a seu estilo que já se tornou "marca registrada", Almodóvar disseca novamente os males e as manias da sociedade, e segue incomodando os puritanos do mundo todo.
Em Kika, o diretor dispara contra a solidão e o voyeurismo ( e seu mais potente projeto, a TV) e faz apologia da ingenuidade como fórmula de sobrevivência.
Sua fama, que ultrapassou as fronteiras espanholas e ganhou o mundo a partir de 1987 com Mulheres à beira de um ataque de nervos, deve-se a sua capacidade de emocionar. E é por isso que foi tão rápida a sua passagem de diretor cult a pop - e popular. Almodóvar pega o espectador por tudo o que tem de mais excessivo.
Se seus cenários e figurinos são over, os sentimentos expressos pelas personagens não são menos excessivos. Cheio de histórias bizarras, seus personagens não deixam de ser comuns - na maneira como falam, comem ou fazem xixi de porta aberta. Vivem num mundo divertido, ultracolorido - a parte mais facilmente assimilável do " universo Almodóvar".
A crítica espanhola passou a condenar o diretor por ter criado, à custa de escândalos e jogadas de mídia, esse mundo todo seu e de mentira, que vende ao resto do planeta como se fosse a Espanha.
Segundo o diretor, a inveja é um esporte nacional em seu país.
O fato é que a Espanha não tem nenhum outro artista tão representativo e ao mesmo tempo tão internacional quanto Almodóvar.
quinta-feira, 4 de março de 2010
E nessa onda de desemprego, sobrou até para ele...
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